Funcionalidades
Conversas e projetos
A lista de conversas, o ecrã de boas-vindas com os arranques, a compactação, a pasta de trabalho e as duas formas de usar o Ploy: a janela e o terminal.
A lista de conversas
Na janela, as conversas abertas aparecem numa lista vertical, pelo título. É a disposição predefinida e é aplicada uma só vez. Cada conversa tem o seu contexto: o que dizes numa não entra na outra, a menos que a tragas com o @ (ver Memória).
O título de cada conversa é escrito pelo modelo, na língua da conversa. Entre os comandos da janela estão criar uma conversa nova, importar e exportar uma conversa (o formato é JSON), desfazer e refazer a última mensagem, compactar a conversa, e bifurcar a partir de uma mensagem anterior, que cria uma conversa nova a partir daquele ponto.
O ecrã de boas-vindas
Uma conversa nova abre com «Em que posso ajudar?» e seis arranques para quem não sabe o que escrever. Cada um escolhe o modelo que lhe serve e preenche o início do pedido:
| Arranque | Modelo | O que preenche |
|---|---|---|
| Criar um projeto | Nesko | «Quero criar » |
| Auditar uma pasta | Nesko | «auditar » |
| Pesquisar na web | Veta | «Pesquisa na web: » |
| Pensar a fundo | Kant | nada, só muda o modelo |
| Editar vídeo ou áudio | o modelo atual | «Corta o vídeo » |
| Usar outra conversa | o modelo atual | abre a lista do @ |
Os arranques são só atalhos: podes escrever o que quiseres. Os modelos estão em Os modelos do Ploy.
A compactação
O contexto do modelo é de 16 mil tokens, o que é pouco. Quando uma conversa se aproxima desse limite, a parte antiga é resumida para libertar espaço. A compactação automática vem ligada, e também a podes pedir tu, com o comando de compactar a conversa.
As regras do resumo, no Ploy, mandam guardar os factos que tu disseste e deitar fora os formatos de resposta pontuais. O texto de sistema do Ploy fica fora do resumo, para ele sair completo.
A pasta de trabalho
Cada conversa trabalha numa pasta, o seu projeto. Na primeira abertura, a janela cria o projeto predefinido em ~/Projetos Ploy/Projeto Padrão (ver Pastas e dados). Ao começar uma conversa podes escolher o projeto e onde corre: no repositório local, ou num checkout isolado (um worktree do git).
Dentro dessa pasta, o Ploy usa caminhos relativos e trabalha ali. Pela regra do projeto, os comandos e as alterações a ficheiros fora da pasta de trabalho perguntam primeiro. Se a pasta de uma conversa deixar de existir, a janela oferece-te movê-la para outra pasta ou worktree.
Os projetos que o Nesko cria nascem ao lado do predefinido, em ~/Projetos Ploy/<nome>, e os seus passos correm em conversas de trabalho próprias.
A janela e o terminal
O Ploy tem duas interfaces para o mesmo motor e os mesmos modelos:
- A janela é a interface principal: conversas, memória, o painel do browser, a voz e o cartão do Nesko. Abre-se com
ploy app(ou com oPloy.appdo autor, que apenas corre esse comando). - O terminal é o comando
ploy, que abre a interface de terminal, e oploy run, que executa uma tarefa e termina. Ver Linha de comandos.
O browser e a voz só funcionam na janela. Hoje a janela corre em modo de desenvolvimento, a partir da pasta do código; o estado do instalador está em Descarregar.