Funcionalidades
Linha de comandos
O comando ploy: abrir a interface de terminal, abrir a janela com ploy app, correr uma tarefa com ploy run e as opções que as fontes confirmam.
O lançador
O comando ploy é o lançador bin/ploy da pasta do código. Antes de correr o que lhe pedes, trata do que o Ploy precisa:
- inicia o Ollama, se ainda não estiver a correr;
- cria o modelo
qwen3-ploy, se faltar; - carrega o modelo para a memória;
- aplica as definições de local primeiro e dá ao Ploy as suas pastas (ver Pastas e dados);
- corre o binário compilado ou, se ele não existir, o código-fonte com o Bun.
Os comandos que nunca falam com o modelo saltam os passos 1 a 3: --version (-v), --help (-h), help, --completions, upgrade, update e uninstall. Todos os outros passam por eles, mesmo os que só mostram informação, como ploy session list.
Os comandos principais
| Comando | O que faz |
|---|---|
ploy |
Abre a interface de terminal na pasta atual. |
ploy <pasta> |
Abre-a numa pasta. |
ploy app |
Abre a janela, em modo de desenvolvimento. É tratado pelo lançador. |
ploy run "<tarefa>" |
Executa uma tarefa e termina. |
ploy models |
Lista os modelos. |
ploy session list |
Lista as conversas do projeto atual, as mais recentes primeiro. |
ploy session export |
Exporta os dados de uma conversa em JSON. |
ploy service status |
Mostra o estado do servidor em segundo plano. Também há start, stop e restart. |
ploy uninstall --dry-run |
Mostra o que o desinstalador removeria, sem remover nada. |
A interface de terminal e o ploy run aceitam, entre outras, estas opções: --continue (-c) para continuar a última conversa, --session (-s) com o identificador de uma conversa, --auto, --standalone (um servidor privado em vez do servidor em segundo plano) e --server <url>. Na interface de terminal, --prompt dá-lhe uma primeira mensagem.
O ploy run
# one task, answered by Ploy Automático
ploy run "Explica numa frase o que é o Ollama."
# choose a model: provider/model
ploy run -m ollama/ploy-kant "Quais as vantagens e desvantagens de uma base de dados local?"
# attach a file
ploy run -f notas.txt "Resume este ficheiro em três linhas."
# continue the last conversation
ploy run -c "E em duas?"
# in scripts, close the input
ploy run "Diz olá." < /dev/nullOs identificadores dos cinco modelos são ollama/ploy-auto, ollama/ploy-saturn, ollama/ploy-kant, ollama/ploy-veta e ollama/ploy-nesko. Sem -m, o ploy run usa o Automático.
As opções do ploy run que as fontes confirmam:
| Opção | O que faz |
|---|---|
--model, -m |
O modelo, no formato fornecedor/modelo. |
--continue, -c |
Continua a última conversa. |
--session, -s |
Continua uma conversa, ou cria-a se não existir. |
--fork |
Faz uma bifurcação da conversa antes de continuar. |
--file, -f |
Anexa um ficheiro à mensagem. |
--title |
Dá um título à conversa. |
--format |
default ou json. |
--agent |
O agente a usar. |
--thinking |
Mostra os blocos de raciocínio. |
--auto |
Aprova as permissões que não estejam proibidas. |
O Veta e o Kant escrevem o progresso como raciocínio visível, por isso é com --thinking que o deves ver no terminal. A pasta de trabalho do ploy run vem da variável PWD. Quando o stdin não é um terminal, o comando espera pelo fim da entrada, e por isso os scripts fecham-no com < /dev/null.
Permissões e perguntas
O ploy run não tem ninguém para responder. Sem --auto, qualquer pedido de permissão é rejeitado automaticamente («permission requested: ...; auto-rejecting»), a ferramenta falha e o modelo continua sem essa ação. Qualquer pergunta é cancelada, o que inclui a pergunta do plano do Nesko: para construir projetos, usa a janela.
O que não existe no terminal
O browser e a voz só funcionam na janela. O terminal usa o mesmo motor, os mesmos cinco modelos e as ferramentas de ficheiros, comandos e áudio e vídeo.
O binário traz ainda outros comandos herdados do OpenCode, como auth, mcp, plugin, stats, api, pair e serve. Não fazem parte do que o Ploy documenta nem mede, e o MCP está desligado para os modelos locais.