Funcionalidades

Linha de comandos

O comando ploy: abrir a interface de terminal, abrir a janela com ploy app, correr uma tarefa com ploy run e as opções que as fontes confirmam.

O lançador

O comando ploy é o lançador bin/ploy da pasta do código. Antes de correr o que lhe pedes, trata do que o Ploy precisa:

  1. inicia o Ollama, se ainda não estiver a correr;
  2. cria o modelo qwen3-ploy, se faltar;
  3. carrega o modelo para a memória;
  4. aplica as definições de local primeiro e dá ao Ploy as suas pastas (ver Pastas e dados);
  5. corre o binário compilado ou, se ele não existir, o código-fonte com o Bun.

Os comandos que nunca falam com o modelo saltam os passos 1 a 3: --version (-v), --help (-h), help, --completions, upgrade, update e uninstall. Todos os outros passam por eles, mesmo os que só mostram informação, como ploy session list.

Os comandos principais

Comando O que faz
ploy Abre a interface de terminal na pasta atual.
ploy <pasta> Abre-a numa pasta.
ploy app Abre a janela, em modo de desenvolvimento. É tratado pelo lançador.
ploy run "<tarefa>" Executa uma tarefa e termina.
ploy models Lista os modelos.
ploy session list Lista as conversas do projeto atual, as mais recentes primeiro.
ploy session export Exporta os dados de uma conversa em JSON.
ploy service status Mostra o estado do servidor em segundo plano. Também há start, stop e restart.
ploy uninstall --dry-run Mostra o que o desinstalador removeria, sem remover nada.

A interface de terminal e o ploy run aceitam, entre outras, estas opções: --continue (-c) para continuar a última conversa, --session (-s) com o identificador de uma conversa, --auto, --standalone (um servidor privado em vez do servidor em segundo plano) e --server <url>. Na interface de terminal, --prompt dá-lhe uma primeira mensagem.

O ploy run

bash
# one task, answered by Ploy Automático
ploy run "Explica numa frase o que é o Ollama."

# choose a model: provider/model
ploy run -m ollama/ploy-kant "Quais as vantagens e desvantagens de uma base de dados local?"

# attach a file
ploy run -f notas.txt "Resume este ficheiro em três linhas."

# continue the last conversation
ploy run -c "E em duas?"

# in scripts, close the input
ploy run "Diz olá." < /dev/null

Os identificadores dos cinco modelos são ollama/ploy-auto, ollama/ploy-saturn, ollama/ploy-kant, ollama/ploy-veta e ollama/ploy-nesko. Sem -m, o ploy run usa o Automático.

As opções do ploy run que as fontes confirmam:

Opção O que faz
--model, -m O modelo, no formato fornecedor/modelo.
--continue, -c Continua a última conversa.
--session, -s Continua uma conversa, ou cria-a se não existir.
--fork Faz uma bifurcação da conversa antes de continuar.
--file, -f Anexa um ficheiro à mensagem.
--title Dá um título à conversa.
--format default ou json.
--agent O agente a usar.
--thinking Mostra os blocos de raciocínio.
--auto Aprova as permissões que não estejam proibidas.

O Veta e o Kant escrevem o progresso como raciocínio visível, por isso é com --thinking que o deves ver no terminal. A pasta de trabalho do ploy run vem da variável PWD. Quando o stdin não é um terminal, o comando espera pelo fim da entrada, e por isso os scripts fecham-no com < /dev/null.

Permissões e perguntas

O ploy run não tem ninguém para responder. Sem --auto, qualquer pedido de permissão é rejeitado automaticamente («permission requested: ...; auto-rejecting»), a ferramenta falha e o modelo continua sem essa ação. Qualquer pergunta é cancelada, o que inclui a pergunta do plano do Nesko: para construir projetos, usa a janela.

O que não existe no terminal

O browser e a voz só funcionam na janela. O terminal usa o mesmo motor, os mesmos cinco modelos e as ferramentas de ficheiros, comandos e áudio e vídeo.

O binário traz ainda outros comandos herdados do OpenCode, como auth, mcp, plugin, stats, api, pair e serve. Não fazem parte do que o Ploy documenta nem mede, e o MCP está desligado para os modelos locais.